Meu humor

ARQUIVO SECRETO

Arquivo secreto

 

 

 

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc. Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.

Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi "Garotas de quem eu gostei". Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.

De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida. Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam uma vergonha tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado "Amigos" estava ao lado do arquivo "Amigos que traí". Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: "Livros que li", "Mentiras que contei", "Conselhos que dei", "Piadas das quais ri". Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: "Coisas que gritei aos meus irmãos". Em outros não havia a menor graça: "Coisas que fiz quando estava com raiva", "Palavras que proferi contra meus pais por trás deles". Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.

Quando puxei o arquivo "Erros que cometi", vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo mais envergonhado do que nunca. Não somente pela qualidade depravada do seu conteúdo, pelas pessoas que magoei e também pelo vasto tempo perdido em minha vida que todo aquele arquivo representava.

Cheguei então num arquivo intitulado "Atitudes imorais". Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me muito mal em saber que estes momentos haviam sido gravados. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento então me disse: "Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!". Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo.

Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um só então. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.

Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha para puxar brilhando de limpa debaixo do título "Pessoas com quem falei de Cristo." Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: "Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave."

Quando tentava enchugar as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abrí-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a qual era a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via uma tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo.

Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei "Não!" bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: "Não!" "Não!". Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrevendo com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse-me: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões, e dos teus pecados não me lembro", "Está consumado." Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos...
Se você se sente da mesma maneira, ainda há tempo de você mudar, e deixar Jesus usá-lo como instrumento para que o Seu amor possa tocar em outras vidas.

Meu arquivo "Pessoas com quem falei de Cristo" está um pouquinho maior agora.


Desconheço autoria

Escrito por beto_veyga às 13h23 [ ] [ envie esta mensagem ] []

ser igreja de cristo hj:

Texto escrito por: Labieno Moura Palmeira Filho

 

 “Tudo era feito no templo, tudo era voltado para o templo. As nações tinham que vir ao

templo, a contribuição, o gazofilácio, tudo e todos tinham que ir ao templo para tudo.

Então a força era centrípeta, de fora para dentro, centralizada. Durante todo o antigo

testamento foi assim. Trazei o dízimo a casa do tesouro. Adoração só no templo, sacrifício só no

templo,

Ai vem Jesus tira essa ideia e faz o contrário. Todo o novo testamento, todo o ensino

de Cristo é centrífugo, de dentro para fora. Jesus acaba com esta ideia de templo e diz que tudo

tem que acontecer pra fora. Israel tem que ir aos quatro cantos da terra. Por isso o templo foi

destruído. Acabou. A mulher pergunta: onde adorar?

Onde adorar, no monte gerizim? ou em Jerusalém? Jesus diz: nenhum desses dois.

Acabou. Tem que ser em Espírito e em Verdade . Cadê o gazofilácio? Acabou. Não tem mais

Isso.

Aonde for, levar as suas contribuições conforme as necessidades do reino. Onde

você está exercendo o seu domínio, onde você está reinando, regendo. Se você está reinando e

regendo ali, é ali que você precisa dos recursos, das necessidades supridas.

A liberdade que Cristo trouxe é fato, é verdade. Agora é espalhar, é ir para as nações.

Não tem gazofilácio, não tem templo não.

Tem igreja que dá liberdade para adorar mas não dá liberdade para se contribuir e

liberdade de cada cristão administrar sua contribuição. Liberdade cerceada!

O evangelho é centrípeto em Cristo, mas centrífugo na missão, na sua prática, no

reino. Tudo converge para Cristo. A nossa vida é centrípeta em Cristo, mas é centrífuga na

missão, na expansão do reino.

A ideia de contribuição precisa ser revista. Precisamos voltar a entender e a viver o

reino.

Resumindo: a nossa vida deve ser para fora, porém com Cristo no centro.

As nossas relações, a nossa vida, os nossos investimentos são para fora, não está

amarrado a um templo e ao gazofilácio. Os investimentos são para o mundo. Olhando para Cristo

e aplicando, investindo no reino. Contribuindo conforme as necessidades do reino.

Estamos presenciando duas situações: valores do mundo e valores do reino de

Deus. E a igreja de hoje está muito mais ligada, lincada aos valores do mundo. Os valores do

reino assustam a igreja. Deixa a igreja totalmente surtada. Se a igreja hoje quiser voltar aos

valores do reino, praticar o reino, ela vai arrebentar, vai chocar. Se hoje temos quase 40 milhões

de evangélicos no Brasil, se voltar os valores do reino é capaz de cair para 500 mil, e olha lá se o

número não estiver alto demais. Muda completamente.”

Escrito por beto_veyga às 14h06 [ ] [ envie esta mensagem ] []

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Polishop entra no mercado de Vendas Diretas e Multinível


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Escrito por beto_veyga às 18h15 [ ] [ envie esta mensagem ] []

a seguir

Uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas

“Morte lenta”, 3h da madrugada

Tony Campolo conta de uma vez que estava pregando em Honolulu, no Havaí. Campolo vive na costa leste dos Estados Unidos, então seu corpo estava 6 horas à frente do horário havaiano. Às 3 horas da madrugada, era como se fosse 9h pra ele. Acordado e com fome para o café da manhã, ele se viu de madrugada em uma lanchonete “morte lenta”. Assim que deu a primeira mordida no seu donut, oito ou nove prostitutas entraram na lanchonete. O horário de trabalho estava acabando. A conversa do grupo era alta e barulhenta, era difícil não prestar atenção. Ela ouviu uma dizer a outra que era o aniversário dela no dia seguinte. “O que você quer de mim? Um bolo de aniversário?”, foi a resposta sarcástica. “Por que essa grosseria?”, ela respondeu. “Só estou dizendo. Eu não espero nada. Eu nunca tive uma festa de aniversário. Não estou esperando uma agora”. Quando Campolo ouviu isso, tomou sua decisão.

Quando as mulheres saíram, ele foi até o dono da lanchonete, um rapaz chamado Harry. “Elas vem sempre aqui?”. “Sim”, disse Harry. “Até aquela que estava sentada perto de mim?” “Sim, aquela é a Agnes. Por que você quer saber?” “Porque eu ouvi ela dizendo que é o aniversário dela amanhã, e eu pensei em fazermos uma festa surpresa”. Pausa. Então Harry esboçou um sorriso. “Essa seria uma boa ideia”. Não demorou muito para a esposa dele se envolver no plano também.

Em seguida

2h30 da madrugada seguinte. Campolo trouxe enfeites e Harry assou um bolo. A notícia se espalhou e era como se todas as prostitutas de Honolulu estivessem na lanchonete – além de Campolo, o pregador. Quando Agnes entrou com suas amigas, elas ficou pasma. Sua boca ficou aberta e os joelhos vacilaram. Ao sentar-se em um banquinho, todos cantaram “Parabéns pra você”. “Apaga as velinhas!”, alguém gritou, mas no fim das contas, foi Harry que teve que apagar. Então ele estendeu uma faca para ela. “Corte o bolo, Agnes, pra que a gente possa comer”. Ela olhou para o bolo. Então disse, vagarosamente, “Será que dá… se vocês não se importarem… pra esperar um pouco… pra comer o bolo?” “Claro, sem problema”, disse Harry. “Pode levar pra casa, se você quiser” “Posso?”, ela perguntou. “Posso levar pra casa agora? Eu já volto”. E lá foi ela, carregando seu bolo.

Que tipo de igreja

O silêncio reinava. Então Campolo disse “Que tal orarmos?”. E eles oraram. Campolo dirigiu um grupo de prostitutas em oração às 3h30 da madrugada. Quando terminaram, Harry disse “Ei, você nunca me contou que era algum tipo de pregador. A qual igreja você pertence?”. Campolo respondeu “Eu pertenço a uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada”. Harry ficou em silêncio por um tempo, e depois resmungou, “Não, não é verdade. Não existe uma igreja assim. Se existisse, eu me juntaria a ela. Eu ia querer fazer parte de uma igreja assim”.

Campolo conclui seu relato:

Nós também não queremos fazer parte de uma igreja assim? Não amaríamos uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada? (…) Mas qualquer um que lê o Novo Testamento descobrira que Jesus gostava de estar com prostitutas e todo tipo de gente excluída. Os coletores de impostos e os “pecadores” amavam estar com ele porque ele se reunia com eles. Os leprosos viam nele alguém que comia e bebia com eles. E enquanto algumas pessoas solenemente piedosas não entendiam o que ele estava fazendo, essas pessoas solitárias que normalmente não eram convidadas para festas o receberam com grande entusiasmo.

***
Traduzido por Filipe Schulz, para o iPródigo.com. Via: TeorLógico

Escrito por beto_veyga às 22h45 [ ] [ envie esta mensagem ] []

DESIGREJADOS


Hoje recebi mais uma pesquisa falando sobre o crescente número de evangélicos sem vínculos com igreja. Já tinha visto a pesquisa do pessoal do Genizah (muito boa) e agora foi na Folha.

Há algum tempo eu estou pensando em escrever sobre esse tema, mas ainda não tinha entendido que era a hora. Acredito que agora seja a hora, por isso vou compartilhar um pouco do que tenho entendido sobre isso.

Para alguns eu sou um desigrejado. Confesso que a principio gostei do termo, porque estou cansado dessa institucionalização da igreja de Cristo, que cria estruturas denominacionais com o fim de manter a própria estrutura e não a igreja. Mas não acredito que eu seja um desigrejado no sentido epistemológico da palavra “sem igreja”, pelo contrário, agora, acredito que estou mais igrejado do que nunca.

Eu fui pastor batista por 4 anos até que entendi do Senhor que deveria caminhar de uma forma mais simples, com menos burocracia e menos institucionalizada. Mas isso foi o que Deus falou para mim, tenho muitos amigos, e o meu próprio pai, que ainda são pastores batistas, homens de Deus, que não entendem dessa forma. Acredito que Deus chama cada um para uma obra especifica.

Desde então tenho caminhado com alguns irmãos de uma forma mais simples, reunindo em casas, mas não deixando de amar todos os nossos outros irmãos espalhados pela terra que reúnem de forma diferente. Afinal é só uma forma.

Para alguns, pelo fato de não termos nome, ou de não estarmos ligados a uma denominação, somos desigrejados. Desinstitucionalizados sim, desigrejados jamais, desviados nunca. Somos a igreja de Cristo “juntamente com todos os que, em toda parte, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso.” (1Co 1.2)

O fato de entendermos que somos uma igreja só não significa que temos que reunir no mesmo lugar. Creio que Deus dá dons a cada um para uma obra especifica. Sei que a igreja de Cristo da qual faço parte não vai alcançar alguns tipos de pessoas, para isso existem outros irmãos com formas diferentes para alcançar aqueles que nós não conseguimos alcançar. Mas somos um só corpo, o corpo de Cristo do qual ele é o cabeça.

Essa semana li um texto, muito bem escrito pelo Dr. Augustus Nicodemos (aqui) falando sobre esse assunto. Alguns pontos, descritos por ele, sobre o pensamento daqueles que se denominam desigrejados estão listados abaixo.

1. Cristo não deixou qualquer forma de igreja organizada e institucional.

2. Já nos primeiros séculos os cristãos se afastaram dos ensinos de Jesus, organizando-se como uma instituição, a Igreja, criando estruturas, inventando ofícios para substituir os carismas, elaborando hierarquias para proteger e defender a própria instituição, e de tal maneira se organizaram que acabaram deixando Deus de fora. Com a influência da filosofia grega na teologia e a oficialização do cristianismo por Constantino, a igreja corrompeu-se completamente.

3. Apesar da Reforma ter se levantado contra esta corrupção, os protestantes e evangélicos acabaram caindo nos mesmíssimos erros, ao criarem denominações organizadas, sistemas interligados de hierarquia e processos de manutenção do sistema, como a disciplina e a exclusão dos dissidentes, e ao elaborarem confissões de fé, catecismos e declarações de fé, que engessaram a mensagem de Jesus e impediram o livre pensamento teológico.

4. A igreja verdadeira não tem templos, cultos regulares aos domingos, tesouraria, hierarquia, ofícios, ofertas, dízimos, clero oficial, confissões de fé, rol de membros, propriedades, escolas, seminários.

5. De acordo com Jesus, onde estiverem dois ou três que crêem nele, ali está a igreja, pois Cristo está com eles, conforme prometeu em Mateus 18.

6. A igreja, como organização humana, tem falhado e caído em muitos erros, pecados e escândalos, e prestado um desserviço ao Evangelho. Precisamos sair dela para podermos encontrar a Deus.

Devo ser sincero e dizer que acredito em quase todos esses pontos. Mas não aceito a pessoa que diz não precisar da igreja. Nós somos a igreja e precisamos uns dos outros para edificação do corpo (Ef 4). Não devemos deixar de reunirmos como igreja (Hb 10.25). Alguns usam a desculpa dos erros que a igreja institucional comete para não ter compromisso com o corpo e isso é rebeldia e não igreja de Cristo.

Acredito que a grande confusão está no entendimento do que é igreja. Não sou desigrejado porque sou igreja, mas não sou institucionalizado porque sei que posso ser igreja em qualquer lugar, e não somente em um local específico (apesar de não ter nada errado em ter um lugar). Posso ser igreja em qualquer dia, e não somente aos domingos (apesar de não ter nada errado em se reunir no domingo), posso ser igreja sem precisar de dinheiro, posso ser igreja sem precisar de rol de membros, posso ser igreja sem precisar de seminário (apesar de ter estudado em um e ser muito abençoado lá).

Todas essas coisas são boas, mas não são igreja. Igreja são os salvos pela graça, reunidos ao redor do nosso Senhor e mestre Jesus, seguindo os seus passos e amando a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Simples assim!

Não podemos usar essas coisas como muleta. Se não existir nenhuma dessas coisas ainda serei igreja? Cristo é suficiente para mim? Ou eu preciso de um local fixo, de um clero, e etc. Podemos ter as coisas, a diferença é como as usaremos.

A igreja não existe por si só, o corpo não pode viver sem a cabeça, que é Cristo. Antes de ser membro de uma instituição a pessoa precisa ser membro da igreja, e quando isso ocorre? No momento de sua conversão. A pessoa pode não ter o nome em um rol de membros e ser membro da igreja de Cristo, como pode ter o nome no rol de membros e não ser membro da igreja de Cristo.

Que sempre nos lembremos que a videira é Jesus e não a igreja. Precisamos estar alicerçados na videira, e em estando na videira estaremos, consequentemente, alicerçados na igreja de Cristo.

Ainda assim acredito, agora mais do que nunca, na igreja de Cristo, pois ela é a noiva do Senhor. Não essa caricatura institucionalizada, mas a verdadeira e gloriosa igreja de Cristo, pois esse é o plano de Deus, a forma que deixou para que vivêssemos aqui, cumprindo a sua missão enquanto aguardamos a sua volta.

Não sou desigrejado, mas não vou mais a igreja. Como? É simples, eu sou a igreja.

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

Escrito por beto_veyga às 11h30 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Nem todos os obesos precisam emagrecer, conclui estudo canadense

16/08/2011 07h00 - Atualizado em 16/08/2011 07h00

Nem todos os obesos precisam emagrecer, conclui estudo canadense

Pesquisadora diz que pessoas gordas podem viver tanto quanto magras.
Universidade de York analisou 6 mil americanos obesos por 16 anos.

Luna D'Alama Do G1, em São Paulo

Indivíduos obesos podem viver tanto quanto os magros e ser menos propensos de morrer de doenças cardiovasculares, conclui um estudo da Universidade de York, em Toronto, Canadá.

A pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolism, analisou 6 mil americanos obesos durante 16 anos, comparando o risco de mortalidade deles com o de pessoas dentro do peso.

Segundo a autora Jennifer Kuk, professora assistente da Faculdade de Cinesiologia (área que estuda o movimento) e Ciências da Saúde de York, a descoberta desafia a ideia de que todos os obesos precisam emagrecer.

Na visão da pesquisadora e equipe, tentar perder peso – e falhar – pode ser ainda mais prejudicial do que ficar em um patamar elevado e manter um estilo de vida saudável, com exercícios físicos e dieta balanceada, que inclua frutas e verduras.

O levantamento revelou também que pessoas obesas que não tinham (ou tinham leves) prejuízos físicos, psicológicos e fisiológicos apresentavam um maior peso corporal ao chegar à idade adulta, eram mais felizes com isso e tentaram emagrecer com menor frequência durante a vida. Além disso, eram mais propensas a ser fisicamente ativas e manter uma alimentação equilibrada.

Nova classificação
Para identificar quem deve perder peso, o trabalho usou uma ferramenta recém-desenvolvida na Universidade de Alberta, também no Canadá, chamada de Sistema de Classificação de Obesidade de Edmonton. O método teria se mostrado mais preciso que o tradicional índice de massa corporal (IMC).

A técnica é inspirada em testes que classificam a extensão e a gravidade de outras doenças, como câncer, transtornos mentais e problemas cardíacos. Ela apresenta cinco estágios de obesidade, com base nas duas medições mais usadas: o IMC e a relação cintura-quadril.

O novo sistema considera, ainda, medidas clínicas que refletem as condições médicas do paciente, muitas vezes causadas ou agravadas pela obesidade (como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos).

Repercussão
O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Ricardo Cohen, afirma que "a pesquisa comprova o que já se sabia, ao mostrar que a simples perda de peso não aumenta a sobrevida em pacientes cardiovasculares".

Segundo ele, além de implicações cardíacas, o excesso de gordura pode provocar problemas articulares e de refluxo, por exemplo. "O percentual de obesos saudáveis é de 3% a 4% dessa população", aponta.

A endocrinologista Claudia Cozer, coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês e diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), destaca que nem todo paciente obeso carrega consigo doenças futuras, como hipertensão, colesterol alto, diabetes, infarto, derrame e trombose.

Na opinião da médica, também não se deve “neurotizar” o emagrecimento, que depende do resultado de exames, do histórico familiar e do IMC do paciente. "Se o indivíduo for obeso mórbido, com IMC acima de 40, pode ter comprometimentos ortopédicos e de movimentos. Tarefas simples como subir escadas, amarrar o sapato e se abaixar se tornam difíceis", diz.

Mas, caso os testes laboratoriais estejam normais, a comida seja variada, com poucas calorias, e a pessoa não beba nem fume, o excesso de peso pode não ser uma preocupação tão grande quanto a de obesos com histórico familiar e outros fatores de risco, ressalta Claudia.

Ela concorda com a parte da pesquisa que sustenta que o efeito sanfona é mais prejudicial do que se manter acima do peso. “É melhor você ficar gordinho e quieto, se os exames estiverem bons, do que nesse ioiô, que muda a composição corporal”, afirma. Isso porque, ao emagrecer, a pessoa perde músculos e gordura e, ao engordar novamente, acrescenta apenas gordura ao organismo. “E aí fica cada vez mais difícil perder esse acúmulo”, explica.

De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas e ex-presidente da Abeso, se o indivíduo não tiver problemas metabólicos, cardiovasculares e outros comprometimentos, como apneia do sono, pode ser saudável mesmo acima do peso. Mas é importante sempre passar por uma avaliação médica.

Escrito por beto_veyga às 08h53 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas

Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas

Especialistas dizem que processo pode ser análogo ao de quem se identifica como 'católico não praticante'

Pesquisa mostra que, entre 2003 e 2009, fatia de fiéis que dizem não ter vínculo institucional saltou de 4% para 14%

Pedro Carrilho/Folhapress

Verônica de Oliveira, do Rio de Janeiro, frequenta três igrejas diferentes

ANTÔNIO GOIS
DO RIO
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Verônica de Oliveira, 31, foi batizada católica e vai à missa aos domingos. No entanto, moradora do morro Santa Marta, no Rio, é vista com frequência também nos cultos das igrejas evangélicas Deus é Amor e Nova Vida.
Quando questionada sobre sua filiação, dispara: "Nem eu sei explicar direito. Acho que Deus é um só".
Em cada igreja, ela gosta de uma característica. Na Católica, são os folhetos distribuídos na missa. Na Deus é Amor, "um pastor que fala uma língua meio doida".
Na Nova Vida, aprecia o fato de lerem bastante a Bíblia
Mais do que trair hesitações teológicas, casos como o de Verônica, de "religiosos genéricos", que não se prendem a uma denominação, crescem nas estatísticas.
Um bom indício do fenômeno surge nos dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. No período, só entre evangélicos, a fatia dos que se disseram sem vínculo institucional foi de 4% para 14% -um salto de mais de 4 milhões de pessoas.
Entram nesse balaio, além de multievangélicos como Verônica, pessoas que não se sentem ligadas a nenhuma igreja específica, mas não deixaram de considerar-se evangélicos, em processo análogo ao dos chamados "católicos não praticantes".
A intensidade exata do fenômeno só será conhecida quando saírem dados de religião do Censo de 2010.
No entanto, para especialistas consultados pela Folha, a pesquisa, feita a partir de amostra de 56 mil entrevistas, é suficiente para dar boas pistas do movimento.
O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, reconhece que vem ocorrendo aumento de protestantes e pentecostais sem vínculos institucionais, ainda que ele tenha dúvidas se o crescimento foi mesmo tão intenso quanto o revelado pelo IBGE.

INDIVIDUALISMO
Para ele, a desinstitucionalização é resultado do individualismo e da busca de autonomia diante de instituições que defendem valores extemporâneos e exigem elevados custos de seus filiados.
De acordo com o professor, parte dos evangélicos adota o "Believing without belonging" (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga britânica Grace Davie sobre o esvaziamento das igrejas ao mesmo tempo em que se mantêm as crenças religiosas na Europa Ocidental.
Para a antropóloga Regina Novaes, uma pergunta que a pesquisa levanta é se este "evangélico genérico" tem semelhanças com o católico não praticante. Para ela, "ambos usufruem de rituais e serviços religiosos mas se sentem livres para ir e vir".
Diana Lima, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos, levanta outra hipótese: "Minha suspeita é que as distinções denominacionais talvez não façam para a população o mesmo sentido que fazem para religiosos e cientistas sociais. Tendo um Jesus Cristo ali para iluminar o ambiente, está tudo certo".
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças -o que reforça a tese da desinstitucionalização.
Para o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, o que está ocorrendo é um processo de democratização religiosa, "com todos os problemas da democracia".
O maior perdedor é a Igreja Católica, que ficou sem seu monopólio. Segundo Alves, ela vai ceder mais terreno, porque os católicos se concentram nas parcelas de menor dinamismo demográfico.
Já os evangélicos ainda vão crescer muito, garante o demógrafo, pois ganham entre as parcelas da população que têm maior fecundidade.
Outro dado interessante da POF é que aumentou o número dos que declararam uma religião não identificada pelos pesquisadores, o que indica que na década passada mais igrejas surgiram e passaram a disputar o "supermercado da fé", na expressão depreciativa utilizada pelo papa Bento 16.
Por ser amplo, o levantamento permite também identificar, denominação por denominação, o tamanho de cada igreja.
A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, registrou queda de 24% no número de fiéis. O recuo pode estar relacionado com a criação de igrejas dissidentes.
Ao analisar os números, porém, os pesquisadores consultados dizem que é preciso esperar o Censo para confirmar esse movimento.


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Escrito por beto_veyga às 09h54 [ ] [ envie esta mensagem ] []

O CRISTO ESSENCIAL

O CRISTO ESSENCIAL



Examinai as escrituras; e nela encontrareis respostas para todas as inquietações da alma.

Jesus na se apresenta nas escrituras como uma alternativa para a miseria humana; ele se apresenta como a única alternativa.

“Eu sou, o caminho,a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai se não for por mim.

Essa e a palavra final daquele que se fez homem, por amor, para de uma vez por todas tirar a parede que separava o homem de Deus.

Você não tem em cristo uma alternativa para chegar a Deus; porque ele e o próprio DEUS; ignora lo e simplismente ignorar o próprio Deus.

Você não tem em cristo uma alternativa para alcançar a paz, a verdadeira e imutável paz. Ele e o único “principe da paz”

Você não tem em cristo uma alternativa para alcançar segurança,

Ele e o único “Deus forte”.

Você não tem em cristo uma alternativa para alcançar o perdao dos seus pecados. Ele e o único..”cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.

Você não tem em cristo uma alternativa para alcançar a felicidade verdadeira. Ele e o único que nos da: “vida, e vida com abundancia”

Em resumo cristo e essencial para você. Para todos nos. LEIA A BIBLIA; CONHEÇO-O ELE FARA MARAVILHAS EM SUA VIDA.
LEIA O BLOG

Escrito por beto_veyga às 12h39 [ ] [ envie esta mensagem ] []

associaçao carpe diem

Acreditamos que pessoas com deficiência intelectual podem fazer escolhas, construir o seu plano pessoal para o futuro, e desenhar os passos necessários para atingi-lo, construindo o seu projeto de vida com o apoio de seu círculo de amigos, pessoas da comunidade, família e profissionais.
O Carpe Diem é uma associação sem fins lucrativos que acredita nas competências das pessoas com deficiência intelectual e na importância de associar a comunidade, família, seus filhos e profissionais, utilizando todos os recursos disponíveis na tentativa de transformar para melhor, a sociedade em que vivemos.
O Carpe Diem é dirigido e impulsionado por profissionais e voluntários multiplicadores envolvidos com o desafio principal da inclusão social e profissional.Esta associação, com sede no bairro de Moema em São Paulo, trabalha para que as pessoas com deficiência intelectual tenham o reconhecimento de sua capacidade de serem produtivas, tenham seus direitos, deveres, necessidades, sonhos e tantos outros ideais possíveis de serem conquistados

Escrito por beto_veyga às 12h34 [ ] [ envie esta mensagem ] []

falso fiador-golpes

Golpe do fiador de aluguel continua fazendo vítimas


O golpe do fiador de aluguel é antigo, mas continua vitimando pessoas alheias ao contrato; o dono do imóvel; e o inquilino. Estelionatários clonam documentos, colocam anúncios na mídia oferecendo-se como fiadores, pelo que cobram preços módicos em relação ao mercado, e lançam a isca para uma ‘pescaria’ que pode ter desdobramentos catastróficos.

Sendo o inquilino bom pagador, quem teve seus documentos clonados, ao descobrir a fraude terá que se defender, acionando a Justiça. Perderá tempo e empregará dinheiro, mas outras vítimas de igual delito podem ser ainda mais prejudicadas.

No caso de inquilino mau pagador, pode ocorrer que o “fiador compulsório” – aquele que teve seus documentos clonados – só descubra o engodo quando, ao solicitar crédito, for informado que seu nome está vinculado à inadimplência de uma locação que nunca garantiu. Pior ainda se descobrir somente quando sua casa for a leilão.

Quanto ao dono do imóvel e no caso de inadimplência, ao ser descoberta a fraude nem mesmo as prerrogativas a ele concedidas pela Lei do Inquilinato em vigor darão agilidade ao processo que lhe restituirá a posse do bem e o ressarcimento do que lhe é devido.

Quanto ao inquilino, mostra o histórico, fatalmente será a segunda vítima de clonagem dos documentos. Usualmente, os falsos fiadores abrem contas bancárias em seu nome, obtêm e/ou fabricam talões de cheques e cartões de crédito, utilizando-os no Brasil inteiro, pois fazem parte de uma rede, infelizmente muito eficiente no que faz.

É importante levar em conta que a figura do fiador profissional é legal, e nada impede que ele ofereça seus serviços. Contudo, deve precaver-se o inquilino, peça-chave para os falsos fiadores iniciarem a sequência de golpes.

Anúncios na mídia - Usualmente, os falsos fiadores ofertam seus “serviços” através de anúncios na mídia, utilizando a seção onde os verdadeiros fiadores anunciam.

Antes de contratar um fiador a partir de anúncio na mídia, solicite referências. O mais conveniente é obter o endereço e o telefone de imobiliárias que possuem inquilinos com aluguéis garantidos por ele. Explique claramente porque o pedido está sendo feito. Se houve recusa, desconfie.

Problemas com crédito – Há uma característica nos anúncios de falsos fiadores. É hábito deles incluíram um “apelo chamariz” no texto, oferecendo fiança mesmo para quem tem problemas nos serviços de proteção ao crédito.

Também neste caso, desconfie. Quem está com problemas de crédito e precisa alugar imóvel tem como saída oferecer depósito (usualmente, valor correspondente a três meses de aluguel).

Ainda que o candidato a inquilino tenha seu nome anotado nos serviços de proteção ao crédito, mas está com sua conta bancária ativa, não é inadimplente junto ao banco e tem como provar que é bom pagador de aluguel, tem grandes possibilidades de contratar um seguro fiança locatícia.

Ó custo do seguro fiança locatícia é variável, de acordo com a análise de risco feita pela instituição (banco ou seguradora) que o concede. Em media, equivale a 1,2 aluguel, ao ano; pode ser dividido em até dez vezes; e pode incluir atendimento a reparos simples, como pequenos vazamentos.

Denúncias de clonagem de documentos – Uma relação de pessoas que tiveram seus documentos clonados e têm seus imóveis ofertados em garantia locatícia por falsos fiadores está disponível no site do Conselho de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo.

Escrito por beto_veyga às 11h50 [ ] [ envie esta mensagem ] []

aluguel/garantias

Aluguel: saiba como funciona o "fiador" e suas alternativas
26 de junho de 2011 09h44

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Quando se aluga um imóvel, é preciso dar uma garantia para compensar o locador caso o inquilino não consiga honrar o pagamento mensal. A mais usada na capital paulista é o fiador, presente em 50% dos contratos de aluguel assinados em maio, de acordo com levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), seguido de caução (30%) e seguro-fiança (20%), modalidades que representam maior custo para o inquilino.

Segundo o diretor de legislação do inquilinato do Secovi-SP, Jaques Bushatsky, nem todos os contratos de aluguel oferecem as três opções de garantia. Para ele, inclusive, a lei nº 12.112/2009 - que alterou a lei do inquilinato (nº 8.245/1991) - favorece a locação sem necessidade de garantia, já que o locador pode despejar em até 15 dias o inquilino que deixar de pagar.

Contudo, o uso de uma garantia pode trazer benefícios também ao inquilino, segundo Bushatsky. "Tendo garantia, o pretendente à locação pode até negociar condições melhores, exatamente porque já diminuiu o risco do locador", afirma.

O fiador é uma pessoa que deve ter imóvel quitado em seu nome na mesma cidade em que o inquilino pretende alugar o imóvel. Ela deve comprovar uma renda mensal compatível para arcar com o aluguel - de, geralmente, três a quatro vezes o valor do aluguel, dependendo da imobiliária - caso o pagador original tenha algum imprevisto.

Ser fiador envolve riscos financeiros e judiciais, como o de ter que pagar o aluguel para o inquilino inadimplente e até mesmo de ter seu imóvel penhorado. Isso só acontece se, no contrato de aluguel, o fiador escolher ser "responsável subsidiário" ao invés de "responsável solidário". Como subsidiário, ele garante o chamado benefício de ordem, em que o fiador só vai responder pela dívida depois de serem executados os bens do inquilino.

A insegurança aumenta se o fiador "abandonar" sua função em alguma situação prevista em lei, como se por exemplo locador e locatário fizerem alterações drásticas no contrato sem informá-lo, segundo a associação de defesa do consumidor Proteste. Também há a possibilidade de trocar de fiador ou escolher um outro tipo de garantia caso o fiador original faleça ou declare insolvência financeira.

Já pelo seguro-fiança, o inquilino contrata uma companhia de seguros, à qual terá que pagar todo ano o valor equivalente a um mês de aluguel. A desvantagem é que esse valor não é ressarcido ao fim do contrato, como acontece na caução.

Na caução, a garantia equivale ao depósito, no início do contrato, de até três meses de aluguel em uma conta de poupança do locador, que devolve ao inquilino o valor acrescido da correção monetária da caderneta quando ele deixar o imóvel. Esse valor só virá inteiro, porém, se o inquilino não atrasar nenhum pagamento, já que ele pode ser usado pelo locador se houver algum débito final.

A caução também pode ser feita com um automóvel, eletrodoméstico, outro imóvel e até mesmo com título de capitalização, devolvidos ao inquilino ao fim do contrato. Mas isso exige registro em cartório, encarecendo o processo.

Escrito por beto_veyga às 10h00 [ ] [ envie esta mensagem ] []

TRANSCRITO

 

Mau Humor


Não me lembro direito, mas li numa revista, acho que na Carta Capital, um artigo levantando a hipótese de que todo cara que tem mania de fazer aspas com os dedinhos quando faz uma ironia é um chato. Num outro artigo alguém escreveu que achava que jamais tinha conhecido um restaurante de boa comida com garçons vestidos de coletinho vermelho. Joaquim Ferreira dos Santos, em "O Globo" de domingo, fala do seu profundo preconceito com quem usa a expressão "agregar valor". 
Eu posso jurar que toda mulher que anda permanentemente com uma garrafinha de água e fica mamando de segundo em segundo é uma chata. São preconceitos, eu sei. Mas cada vez mais a vida está confirmando estas conclusões. 
Um outro amigo meu jura que um dos maiores indícios de babaquice é usar o paletó nos ombros, sem os braços nas mangas. Por incrível que pareça, não consegui desmentir. Pode ser coincidência, mas até agora todo cara que eu me lembro de ter visto usando o paletó colocado sobre os ombros é muito babaca. 
Já que estamos nessa onda, me responda uma coisa: você conhece algum natureba radical que tenha conversa agradável? O sujeito ou sujeita que adora uma granola, só come coisas orgânicas, faz cara de nojo à simples menção da palavra "carne", fica falando o tempo todo em vida saudável é seu ideal como companhia numa madrugada? Sei lá, não sei. Não consigo me lembrar de ninguém assim que tenha me despertado muita paixão. 
Eu ando detestando certos vícios de linguagem, do tipo "chegar junto", "superar limites", essas bobagens que lembram papo de concorrente a big brother. Mais uma vez repito: acho puro preconceito, idiossincrasia, mas essa rotulagem imediata é uma mania que a gente vai adquirindo pela vida e que pode explicar algumas antipatias gratuitas. 
Tem gente que a gente não gosta logo de saída, sem saber direito por quê. Vai ver que transmite algum sintoma de chatice. Tom de voz de operador de telemarketing lendo o script na tela do computador e repetindo a cada cinco palavras a expressão "senhoooorrr" me irrita profundamente. 
Se algum dia eu matar alguém, existe imensa possibilidade de ser um flanelinha. Não posso ver um deles que o sangue sobe à cabeça. Deus que me perdoe, me livre e me guarde, mas tenho raiva menor do assaltante do que do cara que fica na frente o meu carro fazendo gestos desesperados tentando me ajudar em alguma manobra, como se tivesse comprado a rua e tivesse todo o direito de me cobrar pela vaga. 
Sei que estou ficando velho e ranzinza, mas o que se há de fazer? Não suporto especialista em motivação de pessoal que obrigue as pessoas a pagarem o mico de ficar segurando na mão do vizinho, com os olhos fechados e tentando receber "energia positiva". Aliás, tenho convicção de que empresa que paga bons salários e tem uma boa e honesta política de pessoal não precisa contratar palestras de motivação para seus empregados. Eles se motivam com a grana no fim do mês e com a satisfação de trabalhar numa boa empresa. 
Que me perdoem todos os palestrantes que estão ficando ricos percorrendo o país, mas eu acho que esse negócio de trocar fluidos me lembra putaria. E para terminar: existe qualquer esperança de encontrar vida inteligente numa criatura que se despede mandando "um beijo no coração"? 

 

Escrito por beto_veyga às 13h54 [ ] [ envie esta mensagem ] []

a entropia da instituiçao

A entropia da instituição

Subtraído e multiplicado por   Paulo Brabo

Estocado em Manuscritos

Homilia para o dia da ressurreição

Foi no dia do lançamento do O que eles estão falando da igreja; conversávamos, os autores que iam chegando, ao redor de uma mesa da cantina do Mackenzie e eu fiz uma das minhas intervenções usuais contra a instituição. Imediatamente, com doses iguais convicção e provocação, o Alessandro Rocha (que eu havia conhecido naquele momento) reagiu apaixonadamente:

– Mas o que é você está dizendo, Brabo? Até parece que você não sabe que a Bacia é uma igreja! Já faz algum tempo que venho pensando em escrever sobre isso, que a Bacia das Almas do Paulo Brabo é uma instituição e que é sem dúvida uma igreja.

E com essa verdade despiu-me ali mesmo, embora tenha tido a gentileza de não delatar-me diante do auditório quando “compomos a mesa” um ao lado do outro alguns minutos mais tarde.

Fazendo isso, o Alessandro (que de resto, e inclusive por isso, descobri naquele dia ser um cara absolutamente notável) abriu uma ferida que venho tentando tratar pelo menos desde meados de 2007. Em retrospecto, foi justamente a convicção de que estava criando uma igrejinha que me fez recolher deste sáite a caixa de comentários, para evitar (ou pelo menos retardar) a ilusão de que formávamos aqui alguma espécie de “comunidade”.

Embora exista oficialmente desde 2004, a Bacia não tomou fôlego até o dia em que fomos encontrados e levados a sério pelo Volney Faustini, isso talvez em algum momento de 2005. Nesse intervalo escrevi protegido e abençoado pela convicção de saber: publico “e ninguém lê” (como me disse naquela época minha irmã Alice, para me incentivar).

O que venho ponderando desde 2007, porque venho lutando contra ela de forma mais ou menos consciente desde aquela época, é essa curiosa e avassaladora tendência humana a institucionalizar (e assim anular) as boas intenções, tendência que mostra-se mesquinha o bastante para se materializar até mesmo em mim, que dou testemunho aberto contra ela, e entre aqueles que afirmam concordar comigo quando digo isso.

Acabei tendo de concluir que a institucionalização tem sua própria entropia, sua própria e particular lei da gravidade. Uma das leis da termodinâmica explica que os sistemas deixados por si mesmos tendem ao caos e à desordem; isso explica, para dar um exemplo que é uma enorme simplificação, porque a mais impecável das casas tende a ficar suja e bagunçada a não ser que você dispenda energia lutando contra essa tendência irreversível. Mas a termodinâmica explica também que a desordem é uma tendência irresistível precisamente porque é na desordem – ou mais, propriamente, na “perfeita desordem interna” – que os sistemas encontram o equilíbrio. Uma casa limpa e arrumada é difícil de manter (isto é, requer para manter-se o dispêndio periódico de energia) justamente porque é uma casa limpa e arrumada é coisa tão evidentemente contrária ao luxuriante caos que se encontra de modo natural no mundo físico.

Esse é o ritmo das coisas no universo físico, mas os sistemas culturais criados pelo homem conformam-se à tendência inversa. Deixados por si mesmos, os sistemais humanos tendem não ao caos (e portanto ao equilíbrio), mas à ordenação, à petrificação e à sistematização. As iniciativas humanas tendem à institucionalização. Os mais selvagens e bem intencionados dos ideais humanos tendem a ser sequestrados a apropriados para sustentar a ordem e a permanência do sistema; nessa entropia inversa, Jesus passa a ser usado como credencial de impérios e Che Guevara se reduz a uma estampa numa camiseta de marca.

A fim de se lutar contra essa tendência dos sistemas humanos à institucionalização é necessário o dispêndio periódico – melhor seria dizer contínuo – de energia. Os movimentos humanos mais vivos e vitais tendem à mumificação e à esterilidade, e essa tendência só pode ser domada enquanto lutamos deliberadamente e continuamente de modo a manter acesa a sua subversão. Num sistema físico, requer-se o dispêndio de energia para se manter a ordem; num sistema cultural, requer-se o dispêndio de energia para se evitá-la. A energia que nos mantém à salvo da petrificação cultural se chama espírito.

Os sistemas humanos tendem à ordem porque em grande parte acreditamos que é a ordem – a iniciativa civilizadora de lutar contra o caos, a decadência e a deterioração – que nos torna humanos. A contradição está em que, embora se alimente dessa intenção tipicamente humana de perpetuar o que é bom, a instituição acaba perpetrando a morte prematura da vida que se propunha a preservar. Consequentemente, para lutar contra a instituição, isto é, para lutar a favor da vida e gerar a raríssima semente da ressurreição, é preciso abraçar – continuamente, deliberadamente, subversivamente – a morte.

Permitam-me então anunciar às claras o que deveria ser evidente, que a Bacia está morrendo e há muito tempo, que está em franco declínio e que sua a única chance de exercer a sua vocação é precisamente morrendo e fechando as portas. Periodicamente dispendo alguma energia na tentativa de retardar o processo humano, que está também em mim, de transformá-la numa instituição. Assim recolho os comentários, assim recuso-me a dar qualquer entrevista, assim declino a todos os pedidos para visitar igrejas e fazer palestras. Trata-se de conduta muito artificial, isto é, requer muita energia, e a requer sempre. Mas ninguém pode lutar contra uma tendência que mata sem dispor-se a morrer periodicamente.

Fique então declarado que a Bacia vai acabar, que está definhando aos poucos e que seu momento final está cada vez mais próximo. Se tudo der certo, eu mesmo e o corpo que fala por mim sobreviveremos a ela, porque nada vale o preço de institucionalização alguma.

E enquanto estou dispendendo a energia necessária para desiludi-lo, meu caro e impenitente leitor, será conveniente lembrá-lo e lembrar-me de quem na realidade sou. Dois livros amarrados às pressas não bastam para esconder os fatos: não sou escritor, não tenho curso superior e duvido continuamente ser o que sempre digo que sou, ilustrador; o testemunho que posso dar é que sou um cara, um ser humano, com tudo de maravilhoso e de mesquinho e de contraditório que a palavra implica. Quando você se sentir tentado a pensar no meu nome ou nas minhas ideias com um mínimo que seja de autoridade ou de solenidade – “como afirma Paulo Brabo”, – esta é a precisa hora de você rever os seus conceitos e de lembrar com quem e de quem está falando.

Nesta confissão sazonal será preciso lembrar que interessam-me não só as pérolas mas também os porcos. Minha alma não fixou residência nas ideias sobre Jesus, na história da igreja na contradição das teologias; frequento com obsessão igual ou maior – e com igual superficialidade – tudo que diz respeito a arqueologia, filologia, ufologia, cinema, software, Segunda Guerra Mundial, sexologia, história, literatura, filosofia indiana, antropologia, fotografia, canetas, cadernos, música pop e brega, histórias de terror, psicologia, neurologia, relíquias de santos, exploração espacial, pintura, filmes de monstro, história da arte, ficção científica, cabala judaica, vodu, alquimia, biologia, culinária árabe, indiana e italiana, aldeias medievais, nudismo, azulejos, literatura de cordel, assassinatos em série, espadas, criptozoologia, antropofagia e nazismo, bem como todas as revistas e embalagens e arquitetura e programas de rádio e selos e arte em ferro e músicas de baile, desde que não sejam da nossa época.

Sou um cara muito tímido mas sinto-me perdidamente atraído por aglomerações humanas, especialmente aquelas mais arbitrárias e transitórias, coisas como feiras, rodeios, exposições-feiras, filas de refeitório e manifestações políticas. O calor altera o meu humor sempre para o pior, mas sinto-me irresistivelmente atraído pela praia no verão – porque é ali que estão as pessoas, e porque emprestam seu charme e sua bendita contradição ao que sem elas seria meros sol, sílica e água salgada, três coisas que uma infinidade de outros planetas além do nosso seriam capazes de oferecer.

Já fui visto por pessoas vivas cavando poços mortos, fazendo salada de frutas, pulando fogueiras, roubando galinhas, beijando homens, despindo mulheres, matando animais, andando descalço em shopping centers, tomando banho pelado em rio, visitando prostíbulos, entrando em boates, saindo de motéis, dando conselhos matrimoniais a sacerdotes, conversando com prostitutas, furando filas, fazendo sexo, dando cursos de vendas, registrando empresas, contratando advogados, fazendo serenatas de amor, esquecendo datas importantes, aceitando tratamento preferencial, cobrindo telhados de casas, criando publicidade para vender produtos de que ninguém precisa – algumas dessas coisas com atenuantes, outras com agravantes, algumas vezes de graça, outras por dinheiro, o que não muda o fato de que me mantenho disposto a fazer um saudável número delas, não necessariamente nesta ordem.

Tudo que já falei e fiz, bem como tudo que deixei de fazer, pode ser mal entendido e será mal entendido e pode muito tranquilamente ser usado contra mim. Não fiz nenhum voto de pobreza, de silêncio ou de castidade, e provavelmente não os recomendaria a ninguém. Com o passamento de Krishnamurti, não deve haver guru que lute de modo mais consciente para se manter antiguru: para se manter menos sério, mais promíscuo, menos confiável, menos estável, mais inclassificável, menos coerente.

Que essa enumeração sirva para lembrar não só que para não ser uma instituição é preciso manter-s

Escrito por beto_veyga às 12h17 [ ] [ envie esta mensagem ] []

bento 16 inventa novo cristo

Bento 16 inventa novo Cristo em livro

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Os leitores mais atentos e fiéis do Balaio já sabem que não simpatizo muito com o papa Bento 16, o ultra conservador líder religioso alemão que está fazendo de tudo para esvaziar os templos da Igreja Católica.

Desta vez, dois mil e onze anos depois da primeira versão sobre sua passagem pela terra, o Papa simplesmente resolveu inventar uma nova biografia do Filho de Deus no livro “Jesus de Nazaré, da Entrada em Jerusalém até a Ressurreição”, lançado nesta quinta-feira, em que ele nega que Cristo tenha sido um “revolucionário”.

Para ficar de acordo com as suas obsessões e gostos pessoais, e adaptá-la mais às conveniências das sacristias do que à vida dos cristãos, simples mortais como todos nós, nesta biografia o Papa afirma que Jesus “não vem ao mundo como um destruidor”, mas “com o dom da cura”, para revelar “o poder do amor”.

Para começo de conversa, quem foi que disse essas coisas que ele desmente e as que proclama? De onde tirou isso?

Bento 16 nega uma afirmação que nunca ninguém fez para fazer uma outra que reduz seu papel na história a um curandeiro amoroso. Quem foi, aonde foi que se chamou Jesus de “destruidor”?

No segundo volume do seu livro sobre a vida de Jesus Cristo, o Papa-biógrafo escreve como se fosse testemunha ocular, um contemporâneo dele: “Jesus, com sua mensagem e modo de agir, inaugurou um reino não político do Messias e começou a separar uma coisa da outra”.

Nem Cristo separou política de religião, como me ensinaram os padres no colégio onde estudei, e assim aprendemos por toda parte até hoje, lá aonde a Igreja sobrevive aos dogmas papais, nem Bento 16, exatos 2010 anos depois, foi capaz desta proeza, como demonstrou ainda no ano passado ao utilizar seu cargo para convencer bispos brasileiros a apoiar a candidatura presidencial de José Serra.

A hipocrisia do sumo pontífice, que escreve uma coisa no livro e na vida real pratica outra exatamente oposta, fica clara no contundente artigo “O Cristo que vive entre nós” escrito pelo meu velho e brilhante amigo Mauro Santayana, um jornalista que entende tanto de religião como de política.

“A afirmação mais grave do Papa, de acordo com o resumo de suas ideias, é a de que política e religião são instituições separadas a partir de Cristo. A própria história do Vaticano o desmente. A Igreja Católica _ e todas as outras confissões religiosas _ sempre estiveram a serviço do poder político, e em sua expressão mais desprezível.

Para não ir muito longe na história _ ao tempo da associação entranhada entre os reis, os imperadores e o Vaticano, durante a Idade Média _, bastam os exemplos do nosso século. Os documentos existentes demonstram o apoio da Igreja a ditadores como Hitler, considerado, por Pio XII, como `um bom católico´.

(…) Por acaso, não se trata de uma escolha política do Vaticano a rápida canonização do fundador da Opus Dei, como santo da Igreja, e o esquecimento de grandes papas, como João 23, e de mártires da fé, como o bispo Oscar Romero, de El Salvador?”.

Sem citar a Teologia da Libertação, seu alvo predileto desde os tempos de cardeal da inquisição responsável no Vaticano pelo julgamento de religiosos progressistas como Leonardo Boff, o frade brasileiro banido da Igreja Católica, o Papa se refere a “uma onda de teologias políticas e de teologias da revolução”, na década de 1960, que teriam por objetivo “legitimar a violência como meio para instaurar um mundo melhor”.

Pelos relatos até agora divulgados, embora queira defender exatamente o contrário, negando o papel político e revolucionário de Jesus Cristo na História, Bento 16 escreveu outro livro mais político do que religioso, mais ideológico do que teológico. Mauro Santayana foi direto ao ponto:

“Ao negar a essencial ligação entre a fé cristã e a ação política, o Papa vai além do seu velho anátema contra a Teologia da Libertação, surgida na América Latina, um serviço que ele e Wojtyla prestaram, com empenho, aos norte-americanos. Ele se soma aos que, hoje, ao separar a política da ética da justiça, decretam o fim da esquerda”.

O Papa pode brigar com fatos históricos de dois milênios atrás, mas parece bem informado sobre as dificuldades que a Igreja sob o seu comando enfrenta nos dias presentes, com a constante e crescente diminuição do seu rebanho.

Escreve ele: “Hoje o barco da Igreja, com o vento contrário da História, navega através do oceano agitado do tempo. Muitas vezes temos a impressão de que vai afundar. Mas o Senhor está presente e chega no momento oportuno”.

Que “vento contrário da História” é esse? Por acaso não é o que ele mesmo está soprando para afastar a Igreja dos seus fiéis, radicalizando cada vez mais no seu conservadorismo, perseguindo quem não come na sua mão?

De onde ele tirou esta “impressão de que vai afundar?” Quem lhe contou? Será que o Papa caiu na real? E o que ele fez até agora para evitar que isto aconteça, além de esperar pela divina providência?

Se alguém tiver respostas para estas questões todas, pode enviá-las ao Balaio. Caso contrário, será preciso esperar pelo lançamento do livro no Brasil que será feito pela editora Planeta.

Bom fim de semana a todos.

Escrito por beto_veyga às 16h44 [ ] [ envie esta mensagem ] []

conselhos uteis para a saude

21 conselhos das universidades de Harvard e Cambridge:

As universidades Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :

01- Um copo de suco de laranja 
Diariamente para aumentar o Ferro e repor a vitamina C.


02- Salpicar canela no café 
 (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

03- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral
 
O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais Ferro que tem o pão branco.

04- Mastigar os vegetais por mais tempo
Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo.. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham OS vegetais, melhor efeito preventivo têm.

05- Adotar a regra dos 80%: 
Servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

06- LARANJA o futuro está na laranja,
  que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

07- Fazer refeições coloridas como o arco-íris
 .   

Comer DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, Verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

08- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate. 

 Mas escolha as pizzas de massa fininha.  O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando OS tomates estão em molhos para massas ou para pizza .

09- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente 
As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10- Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória
... 

 Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova...  Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.

11- Usar fio dental e não mastigar chicletes .   
 Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração.  Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12- Rir.   
Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida.   
Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e OS anticorpos.

13- Não descascar com antecipação
.   

 Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos.  Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de fruta têm que ser tomados assim que são preparados. 
 
14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando
  Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã .

15- Desfrutar de uma xícara de chá.   
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá Verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias.  Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

16- Ter um animal de estimação

As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University.  Os mascotes fazem você sentir-se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue.   
Os cães são OS melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

17- Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche

 Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; vantagens outras são conseguidas através de verduras frescas.

18- Reorganizar a geladeira .   
As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem.  Por isso, é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo ou guardar em um tape ware escuro e bem fechado.

19- Comer como um passarinho.   
A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes.  E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

 20- Uma banana por dia quase dispensa o médico, vejamos:  " Pesquisa da Universidade de Berkeley”.

A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de infarto, e tantas outras coisas mais, então: é ou não é um remédio natural contra várias doenças?


21- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:

-comer chocolate
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio..

- pensar positivamente .   
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas,  que, além disso, pegam gripes e resfriados mais facilmente, são menos queridos e mais amargos.

- ser sociável
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

 - conhecer a si mesmo .   
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter'  têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter qualidade de vida...


'Não parece tão sacrificante, não é verdade?  Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos.

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:

"Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável."

"Crie bons hábitos e torne-se escravo deles, como costumamos ser dos maus hábitos".


Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.

"Friedrich Nietzsche"

Escrito por beto_veyga às 10h09 [ ] [ envie esta mensagem ] []